3 de novembro de 2009

I don't want commitment/I don't want the drama


I Just Want Your Jeans - God Help The Girl (download)

28 de outubro de 2009

Liam Finn, a trupe kiwi e a busca por algo interessante

Com cara de Los Hermanos e com som que funde folk e experimentalismos, Liam Finn é produto neozelandês e tem ascendência na dinastia da música pop do país em questão. É filho de Neil Finn, frontman do Crowded House, grupo dos anos 90 que se tornou lendária por essas bandas - você já deve ter ouvido algumas das músicas, como “Don’t Dream It’s Over” ou "Weather with You". O nome Finn ainda pode se remeter a Tim Finn - o tio - que se aventurou no rock experimental, nos anos 80, com o projeto The Finn Brothers, com Neil.

Sobre a influência de Finn Senior, Liam diz: “Obviamente eu cresci ouvindo as músicas dele e com certeza isso se reflete no meu trabalho de alguma forma. Mas ele é mais uma inspiração como pai do que como músico. Ele me ensinou coisas sobre a vida e acho que é mais isso que se reflete na minha música”. Bonito, não?

Precedentes históricos já provaram que herdar um sobrenome está longe de uma garantia de talento. Liam quer a prova de fogo. Nos anos 90, tenta com a banda punk-rock Betchadupa e termina como começou: em nada. Em 2007, lança o álbum “I’ll be Lightining” – que traz músicas melódicas, influência de Beatles e do pai Neil Finn – e se muda para a Londres; que, by the way, é um trajeto comum dos músicos neozelandeses que anseiam por meios de fazer música.

Lá na terra-mãe, ele parece acertar o tom. Repercute aqui e lá fora.

Como ele mesmo disse, a cena musical kiwi precisa pensar outside the box para se destacar. A Nova Zelândia, eu já sabia, é e sempre será underestimated por motivo de força maior. Não só são britanicos por descêndencia isolados numa ilha no pacífico, como seguem a pira reggae-dub-praia. Ele não disse, mas eu gosto de pensar que é isso que está inside the box, se é que você me entende.



Agora, Liam volta à Nova Zelândia, após passar dois anos em turnê com seu último álbum solo. Volta acompanhado dos conterrâneos Eliza Jane, Connan Mockasin e Lawrence Arabia para o projeto nomeado “Having a Baby”, que inclui uma música com o mesmo nome e o EP “Champagne in Seashells” produzido em parceria com Eliza Jane.


O single "Long Way to Go" toca nas rádios neozelandesas e, apesar das proporções aqui serem meio invertidas, pode-se considerar que o EP tem sido bem sucedido. As músicas são up! e soam como resultado de jams entre amigos bêbados que seguem uma vibe "do it yourself" - mas por falta de coisa melhor.
Aqui, se você sai de manhã na rua, você vê uma mina de pijama que deita no chão, simula um natação no concreto, depois levanta e sai desfilando. A trilha pra performance, eu indicaria Lawrence Arabia.

Se comparado com "I'll be Lighting", o EP, se não regride, no mínimo nao fede nem cheira na modesta carreira de Liam Finn. Mas bele. All sweet. Eu só tô aqui de passagem, o show rendeu uma boa friday night, além de ter sido de grátis pra "imprensa".

20 de outubro de 2009

I got a mind full of blanks I need to go somewhere new fast

eu nao fiz muitas restrições. eu só quis vazar e vazei.
é bom e é ruim. tem que ter colhões pra levar uma vida pointless e levar de boa, se é que você me entende (entende-se que eu nao tenho muitos colhões).

Eis que agora eu estou no status "viajando", status "morando fora" e eu digo: é bom - eu nao queria um blog-diário, mas isso é tudo que eu consigo fazer trabalhando oito dias seguidos e tendo um dia de folga numa terça-feira sem graça.

Desse pessoal que viaja pelo mundo enquanto é moço, eu não gosto daqueles que usam roupa de hippie e andam de mochilão pela cidade. e aqui tem em pencas. é muito romântico e hippie e hippie pro meu gosto. Do tipo, "nossa que aventureiro esse mochileiro, descobrindo o mundo de sandália".

Há outros, do tipo um bloke que me disse que segue a vida viajando e pararia a empreitada assim que encontrasse a mulher certa. Eu quis rir na cara dura. E acho que ri. Nao pelo tipo de ambição, mas pela maneira como foi colocada em palavras e com sotaque britanico. Na verdade, o que eu queria - em momentos efemeros de desespero - era ter um proposito tao simples quanto, mas depois passa. Alem do mais, nao me agrada o fato de se sacar uma pessoa numa sentada de bar. Um tanto quanto sem graça.

Um kiwi, depois de 23 anos de vidinha no mesmo lugar, quer o mesmo que eu. vazar vazado. E, para meu próprio infortúnio, nao há nada que eu entenda melhor do que esse hometown boredom. A cidade pode ser ok, os amigos podem ser ok, a condição financeira ok. mas e daí. Not too bad is bad enough. O recado seria, vai sem dó e se der volte, mas o mais tarde possível.

O meu visto expira em abril/2010, meu amor por Wellington expira desde já. O plano é morar bons meses nas tais cidades listadas no meu diário quando eu tinha 14 anos de adolescência. sim, é patético, mas pelo menos não é hippie.

Então eu fugi daquela cidade Londrina e da pergunta "o que voce vai fazer da vida". Eu vou postergar até gastar toda a disposição que ainda tiver. E achar alguma divertimento no meio desse desproposito de vida. E no durante, quiçá, se pá, i might fill those blanks.
E enfim! Eu nao me importo em ficar cansada ao máximo da exaustão física e emocional. Penso que ao menos nao é boring e que energias são gastas e repostas, dinheiro vai, dinheiro vem, o tempo passa, o tempo voa, até que chega uma hora que você morre.. não é mesmo?

11 de setembro de 2009

whistling by mornings, dishearten by noon

Depois do Andrew B., o resto é tudo da Oceania. Daqueles bem indie, que você precisa fuçar como um louco para achar, uma vez que NZ não consegue alcançar um mainstream.
O Liam Finn, na entrevista via e-mail, recomendou o The Chills, uma banda dos anos 80 que gravava pela "The Flying Nun label which is quite legendary for starting a real scene and sound in NZ", diz ele.

Para entender a NZ, você tem que entender que isso é um país colonizado por britânicos wankers, um país com 4 milhões de kiwis dentro de 2 ilhotas que equivalem ao tamanho de São Paulo. NZ é na humildade, sabe. Muidinho. Mas quando você não cria muita expectativa, as coisas parecem mais belas. E eu curto esses aí no meu ipod. De manhã, indo pra senzala, no almoço, subindo a colina.

Andrew Bird - A Nervous Tic.. Fingerlings 3
Jonathan Boulet - A Community Service Announcement
Lawrence Arabia - Apple Pie Bed
Lawrence Arabia - The Beautiful Young Crew
Lawrence Arabia - Half the Right Size
The Chills - Pink Frost

22 de julho de 2009

para entender a nz: fase 1



aa haha hihohohiho

17 de maio de 2009

get a perm!

3 de maio de 2009

nz spaghetti



o inglês macorrônico, meu. o sotaque britânico westernizado, deles. temperados com vento cortante na cara e saudade das minhas coisas materiais. Com um maço de cigarro custando NZ$12, eu vou ter que suprir falta de nicotina com outra coisa.

Mas veja que, Wellington tem o tamanho e população de Londrina. E é o que Londrina gostaria de ser. A vida traz seu tom de ironia quando você vai para o outro lado do mundo e continua vendo a mesma proporção de asiáticos nas ruas (e não estando na Ásia).

Passei perto da gripe do porco. 2 vezes.
Ademais, eu estou bem, mamãe. In a purpose, in a purpose...

obs: prometo otimismo na próxima vez

14 de abril de 2009

Fernanda Takai canta Nara Leão

A vocalista do Pato Fu vem ao FILO com seu álbum solo "Onde Brilhem os Olhos Seus" trazendo seu tributo a Nara Leão e seu jeitinho nipônico de ser



O Cabaré do Filo trouxe Fernanda Takai à Londrina, no dia 13, em sua turnê do álbum solo "Onde Brilhem os Olhos Seus". Tanto no show como no álbum, todas as músicas são tributos a Nara Leão.
Para os fãs aflitos, ela já avisa que o Pato Fu, banda mineira em que Fernanda é vocalista há 16 anos, não vai acabar por conta deste atual projeto solo". Todo mundo na banda tem seus projetos à parte, mas a banda continua", explica.
Produzido por Nelson Motta, o álbum é uma iniciativa independente. Fernanda conta que inicialmente foram selecionadas 40 músicas e depois reduzidas para as 13 músicas do CD.
Na coletiva de imprensa, Takai diz que quis mostrar a diversidade do talento de Nara Leão. "A maioria conhece a Nara como uma intérprete de bossa nova, mas eu tentei mostrar um universo mais amplo. Fiz com que o álbum tivesse meu jeito e ao mesmo tempo sendo fiel à Nara", explica.

O jeito de Fernanda - A voz delicada e uma certa meiguice na personalidade, características que se destacam em sua performance no palco, remetem a um nipônico jeito de ser. Os bisavós paternos de Fernanda são imigrantes japoneses, de quem ela herdou o sobrenome. Ela conta que, na infância, tratava a ascendência japonesa como algo natural e mal fazia distinção entre brasileiros e japoneses.
Fernanda Takai representa os descendentes de japoneses no Brasil. Fará o show de encerramento na Semana Cultural Brasil/Japão em São Paulo, evento que será o maior em São Paulo entre as comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. Além disso, a cantora vai ao Japão freqüentemente para fazer shows e divulgar seus trabalhos. "Comecei a fazer aulas de japonês em 2007. Os fãs de lá (do Japão) me surpreenderam quando vieram conversar comigo em português. Eles aprenderam a língua porque gostam do Pato Fu. Então, até como uma forma de respeito, comecei a estudar japonês", conta.
"Made in Japan" é uma música toda cantada em japonês lançada em 1999, pelo Pato Fu. A música teve influência da banda japonesa Pizzicato Five, já extinta. Depois desta surgiram outras como a música "Kokube", lançada somente no Japão.

O show - Mais influências nipônicas estavam presentes no show do Cabaré do Filo. No cenário de fundo do palco, um toque de Japão. Num cantinho, via-se o ideograma japonês - o kanji - de "takai", que numa tradução livre significa “alto”. Na performance de Fernanda, dancinhas tímidas que lembram uma mulherzinha japonesa.
Em entrevista à imprensa, ela adiantou que não cantaria nenhuma música do Pato Fu. "Não quero me ancorar no Pato Fu, o objetivo do projeto é ser solo", ressalta. E assim foi. O show incluiu as 13 músicas de "Onde Brilhem os Olhos Seus" mais um cover de Duran Duran, banda inglesa da qual Fernanda é fã.
Do disco "My Foolish Heart", lançado por Nara Leão em 1989, Fernanda Takai cantou a música, que faz parte de seu CD, "Descansa Coração". Ela explica que o disco, feito poucos dias antes de Nara morrer, só fora lançado no Japão. A última música foi a faixa bônus "O Barquinho", cantada em japonês. Daí, Fernanda e a banda se despedem do grupo com uma reverência e dizendo "Arigatou Gozaimasu".

(matéria publicada em junho/2008 num jornal aí)
crédito das fotos: Pedro Fandiño

7 de março de 2009

Grizzly Bear - Knife




E ao cover do CSS para esta música o recado seria: perdoa pai, porque eles não sabem o que fazem.

15 de fevereiro de 2009

Paul Anka canta Jon Bon Jovi

Mr. Anka faz covers de cláássicos do rock no seu último, porém não tão recente, álbum 'Rock Swings'. "This is not a novelty," Ele explica. "When people get past the smirk and the joke, they realize there's a great quality to this CD. They hear the quality of the musicianship, and the arrangements".
E o smirk and joke são bacaninhas. Bacaninha igual meu pai querendo ouvir Scissor Sisters.


[mp3] Paul Anka - It's my Life

13 de fevereiro de 2009

redondamente tonto, porém gostoso



Você está preparado para a legião de fãs que está chegando em conseqüência deste filme?

Robert Pattinson: É... Meu cérebro não entende isso. Mas tudo bem. Eu só não quero ser esfaqueado ou nada do tipo. Sério, meu agente me perguntou "Você tem algum problema com isso? e eu disse "Eu só não quero levar um tiro ou ser esfaquead. Não quero que alguém chege em mim com uma agulha infectada e eu pegue AIDS". Estes são meus únicos medos. - (??!!)

Que papo é esse de você pedir a Kristen em casamento?

Eu não me lembro disso ter acontecido. A Kristen falou que eu pedi e eu não lembro. Acho que uma outra pessoa me mandou uma mensagem de texto no celular há umas semanas dizendo "Você ainda está disposto a se casar comigo?" Acho que era ontem que eu deveria ter me casado com alguém. - (????!!!)


------------------ Olha o cabelinhoamm --------------------

20 de janeiro de 2009

olha que imbecil:

http://www.brogui.com/

15 de janeiro de 2009

March of the Zapotec/Holland



Abaixo o single do EP, gravado no México, "March of the Zapotec" que está para ser lançado em fevereiro. Serão dois EPs, um com músicas recentemente feitas e o outro com músicas engavetadas, como disse o Condon. Condon que gosta da coisa étnica longe dos EUA e não gosta de admitir - com reticências - que era fã de Beach Boys.

March of the Zapotec:

01. El Zocalo
02. La Llorna
03. My Wife
04. The Akara
05. On a Bayonet
06. The Shrew

Realpeople: Holland:

01. My Night With a Prostitute From Marseille
02. My Wife, Lost in the Wild
03. Venice
04. The Concubine
05. No Dice

Disse também, um chamado Privatee - advindo do álbum mais abaixo -, que a idéia de EPs é boa e harmoniza mais que um CD, às vezes. Também acho.

Ouça e procure o clip que é lindeza:

[mp3] Beirut - La Llorona

vazou faz tempo, só ouvi agora


1. Oh No
2. Masterswarm
3. Fitz and the Dizzyspells
4. Effigy
5. Tenuousness
6. Nomenclature
7. ouo
8. Not a Robot, But a Ghost
9. Unfolding Fans
10. Anonanimal
11. Natural Disaster
12. The Privateers
13. Souverian
14. On Ho








18 de dezembro de 2008

Homem morre ao ser jogado para cima em despedida

Um japonês de 60 anos morreu depois de ter sido jogado para cima em uma festa de comemoração de sua aposentadoria. Seus colegas não conseguiram segurá-lo deixando ele cair no chão, informou a Reuters.

O caso ganhou notoriedade depois que a mulher do aposentado apresentou queixa na polícia contra os colegas de trabalho que jogaram o homem para cima. Ela os acusa de negligência.
"Ele trabalhou até poder se aposentar. Nós estávamos planejando viajar para vários lugares e estávamos ansiosos para poder passar um tempo relaxando juntos", disse a viúva.
"Não importa o que eu diga, ele não vai voltar, mas eu quero descobrir porque isso aconteceu", disse a mulher.






http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3401000-EI8143,00-Homem+morreu+ao+ser+jogado+para+cima+em+despedida.html